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	<title>Santuário Nossa Senhora do Carmo &#187; Notícias</title>
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	<description>Santuário Nossa Senhora do Carmo</description>
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		<title>Pense Nisto!!!</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 03:04:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sylvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A alma sempre sabe o que fazer para se curar. O desafio é conseguir silenciar a mente para poder ouvir.&#8221;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;A alma sempre sabe o que fazer para se curar. O desafio é conseguir silenciar a mente para poder ouvir.&#8221;</strong></em></p>
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		<title>Certeza a salvação</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:53:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Certeza a salvação Existe o soteriológico, o psicológico e o sociológico da fé. O soteriológico tem a ver com a salvação pela fé, o psicológico com o desejo e sentimento de estar salvo e o sociológico com o ambiente, reduto ou redoma onde o fiel se refugia para sentir-se salvo do pecado, das ciladas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Certeza a salvação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Existe o soteriológico, o psicológico e o sociológico da fé. O soteriológico tem a ver com a salvação pela fé, o psicológico com o desejo e sentimento de estar salvo e o sociológico com o ambiente, reduto ou redoma onde o fiel se refugia para sentir-se salvo do pecado, das ciladas e do poder de quem o afastaria da sua meta. Para salvar-se o fiel precisará de primeiros e segundos, sendo ele o terceiro. O primeiro é Deus que salva, o segundo ou os segundos são seus porta-vozes e o terceiro é ele mesmo que aceita e obedece o primeiro e os segundos. O processo é de submissão a Deus, ao seu intérprete e porta-voz. Vale a pena não ser livre para sentir-se salvo, porque sentindo-se salvo ele tem toda a liberdade da qual precisa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nas igrejas cristãs tradicionais que já passaram por isso e, a duras custas optaram por pregar mais a esperança do que a certeza de salvação e a insistir na liberdade de escolha, o discurso é soteriológico, pedagógico e sociológico. Fundamenta-se em Mt 25,31-46. Vai ser salvo quem salvar os go-el, os ptochoi, os menos afortunados. Vai encontrar Jesus quem ajudar a salvar os outros. Não se trata de um discurso de céu futuro, mas de céu que já começa aqui na prática e no ensino da justiça e da solidariedade. Não existe salvação apenas pessoal e não é possível um seguidor de Cristo dizer que quer amar somente a Deus. ( 1 Jo 4,20; Mt 25,40) O que fazemos aos outros repercute no céu e o que deixamos de fazer por eles também repercute. Esta linha de fé não uso o imediato: Estou salvo, Jesus me salvou. Usa o Estou me salvando, Jesus está me salvando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nos últimos tempos, tempos urgência urgentíssima e de conversões urgentes e em massa, por conta da mídia que atinge milhões de ouvidos, o discurso tem sido presentista, agora-já. São os pregadores da certeza e do psicológico da fé. Sua linguagem é imediata. Não apenas saiba o que salva, sinta-se salvo…Não apenas creia que Jesus veio, vem e virá, ele está em você, tocando em você… Sinta Jesus, ele escolheu você, ele fala aos seus ouvidos, ele está aqui… toque-o… O Espírito Santo inundou você… Ele fala em você e por você… Você já pertence a Jesus. Você o encontrou, entregou-se e está garantido, selado, salvo…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mas a seguir vem o adendo: – Não pode ser na igreja que você deixou, nem em outra igreja; tem que ser na nossa! A última revelação e a última palavra estão em nossos templos. O fiel que busca certeza adere a este discurso- garantidor. Igrejas que não podem dar esta certeza por crerem que o justo viverá da fé e caminhará enraizado na fé e na esperança (Rm 1,17; Cl 1,23) e por saberem que fé não é certeza nesses tempos de intenso marketing a cada dia perderão mais adeptos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">As pessoas querem resultado, garantias e certezas. Os pregadores de certeza que até dão endereço, dia e hora do milagre estão em alta. No momento seus templos estão abarrotados. Ali as coisas acontecem. O demônio ali mesmo diante dos microfones ou câmeras é expulso aos gritos, responde humilhado às perguntas do pregador cheio de poder e derrotado pelo homem de Deus que diz que o sangue de Jesus lhe corre nas veias.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo porém, diz em Efésios 4,4 que não devemos agir como meninos que se deixam levar por ventos de novas doutrinas, ou sequiosos por novidades ( 2 Tm 4,1-5) O mesmo Paulo em Rm 5,5 e 8,4 diz que fomos salvos pela esperança e que esta não decepciona nem confunde. Em outras palavras, a pseudo-certeza confunde. A certeza que vem oferecida largamente e fartamente na mídia e nos templos de agora não é a da Bíblia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Paulo fala em operar com temor e tremor ( Ef 6,5) ( Flp 2,12) a própria salvação. Quem está certo e sem dúvida alguma não tem dúvidas e não teme nem treme. Na 1Cor 13, 12 ele fala de enigma, algo que precisa ser decifrado porque nos vem como espelho e só no céu veremos com clara visão e sem véu. Pedro ( 1 Pd 1,3) diz que fomos gerados para a esperança. Passam de 100 as passagens do Novo Testamento que abordam a virtude da esperança e não chegam a 10 as que falam da fé como certeza. Apenas em Romanos 8,38 e Rm 14,14, 1 Ts 1,5 e Hb 6,11 Paulo fala da certeza como virtude que nasce da fé. Pelos escritos de Paulo percebe-se nele um pregador da esperança e não da certeza.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O que hoje se vê e se ouve na mídia religiosa é a garantia de solução dos problemas, oferta de igreja e de abrigo espiritual seguro, promessa de milagres e curas. Celebram-se cultos e missas de cura e libertação com certeza de que naquela hora serão curadas muitas pessoas, mas só naquela missa especial. Por isso não se chama qualquer padre para celebrá-la. Supostamente as outras missas não têm o mesmo efeito, porque os fiéis procuram esta e não as outras missas…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Pregadores de certeza não falam como quem espera e, sim, como quem garante. Os fiéis podem vir porque naquele evento presenciarão grandes milagres… Jesus os operava e não poucas vezes manda silenciar sobre o fato. ( Mc 7,36 ) Não queria propaganda nem alarde. Mas quanto mais ele proibia mais o divulgavam. Mt 17,9; Mc 8,30; Lc 5,14. Negou-se a operar milagres como prova ou espetáculo.(Lc 4,23 ) Só o fez quando desafiado. (Mc 2,10).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Jesus fez relativamente poucos milagres. O papa Bento XVI num dos livros da trilogia de uma entrevista a Peter Seewald afirma que Jesus não veio ao mundo para mostrar seu poder de milagres e sim para mostrar caminhos e anunciar a boa nova. A multiplicação impressionante de milagres nos templos e na mídia moderna nos oferece duas conclusões: ou os tempos apostólicos voltaram (At 4,33) e os novos apóstolos operam milagres ainda maiores do que Jesus e os apóstolos operaram, ou acontece o que Jesus e Paulo predisseram.( 1 Tm 4,1; 1 Tm 3,1; 2 Tm 4,15)( Mt 24,11; Mt 24,24) Jesus fala dos grandes prodígios operados por profetas que usando seu nome enganarão a muitos. E alerta os que quisessem seguir a não irem com estes que garantiriam saber onde ele estaria ( Mt 24,24-26) Fala em urubus e cadáveres. (Mt 24,28) Aponta para coisa que cheira mal!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É claro que há os sinceros e bons, que não admitem transformar curas, milagres ou revelações em espetáculo. Estes jamais entrevistariam o demônio encastelado num possesso; jamais dariam data, local e hora de milagre; jamais convidariam o povo a ir ao seu templo presenciar milagres.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se estamos de volta ao tempo dos apóstolos, os pregadores de agora terão que explicar seus palácios com cobertura, seus jatos, seus helicópteros, suas contas no banco , suas casas com piscinas e vidro fumê, tanto quanto exigem explicação do papa no Vaticano já que não podem falar de aviões que o papa não tem. Os apóstolos podiam dizer que não tinham ouro nem prata e que apenas possuíam o poder de curar. ( At 3,6 ) Todos eles morreram pobres. Tiago 5,3 acusa ironicamente os ricos do seu tempo que entesouraram para os últimos dias…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se estamos diante de novos apóstolos e ainda mais milagres do que naquele tempo, temos o direito de perguntar sobre os mega-templos e os mega-apartamentos de alguns desses novos pregadores num pais de tantas favelas e de tanta pobreza. Podemos todos apontar os dedos uns contra os outros e depois o povo pobre os apontara contra os que pregaram certeza de salvação mas vivem na riqueza.Muitos deles ainda ontem mal tinha dinheiro o para comprar uma bicicleta. Deus lhes deu aqueles bens? Deu a eles e não deu á pobre viúva que paga o dízimo e mal consegue o suficiente para se alimentar e pagar seus remédios?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São perguntas incômodas que precisamos fazer a nós mesmos. De onde vem e para onde vai nosso dinheiro? Depois dessas perguntas examinemos nossas certezas. Seremos poupados ou incorreremos na punição reservada a quem usou a religião para enriquecer? ( Mc 12,40) A certeza que oferecemos tem um preço. E a esperança? Muita bondade e muitos bens ou muita bondade e poucos bens? Mais esperança que certeza ou mais certeza do que esperança? E esperança é o mesmo que incerteza ou é mais do que navegar sem rumo?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Perguntas que incomodam. Se não nos incomodam, deveriam!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: Padre Zezinho, SCJ</p>
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		<title>Porta Fidei – A porta da fé</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:52:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Porta Fidei – A porta da fé Irmãos e Irmãs! No dia 16 de outubro de 2011, o Papa Bento XVI anunciou na homilia da Missa com os participantes da Congregação Plenária do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização o desejo de proclamar um ANO da FÉ, com a finalidade de dar um renovado impulso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Porta Fidei – A porta da fé</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Irmãos e Irmãs!</p>
<p style="text-align: justify;"> No dia 16 de outubro de 2011, o Papa Bento XVI anunciou na homilia da Missa com os participantes da Congregação Plenária do Conselho Pontifício para a Nova Evangelização o desejo de proclamar um ANO da FÉ, com a finalidade de dar um renovado impulso à missão de toda a Igreja, na condução dos homens e das mulheres ao encontro e à amizade com Cristo que dá a vida em plenitude. Omundo atual passa por uma profunda crise de fé – fé até não mais vivida como um pressuposto óbvio da vida diária, mas negada – e que tem atingido muitas pessoas com a conseqüente perda do sentido religioso da vida, o que constitui o maior desafio para a Igreja hoje. O Papa crê que o Ano da Fé será um “momento de graça e de compromisso para uma conversão a Deus, cada vez mais completa, para fortalecer a nossa fé n’Ele e para O anunciar com alegria ao homem do nosso tempo”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">No dia seguinte foi publicado o texto da Carta Apostólica – PORTA FIDEI, que fora assinada no dia 11 de outubro de 2011, sob a forma de “Motu Próprio” – iniciativa própria – com a qual era proclamado o Ano da Fé, com início dia 11 de outubro de 2012, e com encerramento na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de novembro de 2013. O cinqüentenário da abertura do Concílio Vaticano II, os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, promulgado pelo beato João Paulo II, com o propósito de “ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé”, obra que foi fruto do Concílio Vaticano II e do Sínodo extraordinário dos Bispos em 1985 sobre a Catequese, são os eventos motivadores à proclamação do Ano da Fé. Nesta perspectiva é que se realizará a próxima Assembléia Geral do Sínodo, no mês de outubro de 2012, em Roma, com o tema: A NOVA EVANGELIZAÇÃÇÃO PARA A TRANSMISSÃO DA FÉ, ocasião propícia para particular reflexão e redescoberta da fé, preocupação já manifestada pelo Papa Paulo VI, de venerável memória, em 1967, na comemoração do décimo nono centenário do supremo testemunho dos Apóstolos Pedro e Paulo, “para que houvesse, em toda a Igreja, uma autêntica e sincera profissão da mesma fé, confirmada de maneira individual e coletiva, livre e consciente, interior e exterior, humilde e franca”. Pensava o Papa que a Igreja poderia assim retomar a exata consciência de sua fé para a reavivar, purificar, confirmar, confessar… Retomando o Concílio Vaticano II, e reconhecendo-o como a grande graça que beneficiou a Igreja no século XX, Bento XVI recorda, a partir da Constituição Lumem Gentium – Luz para as Nações, nº 8 – que a Igreja é “simultaneamente santa e sempre necessitada de purificação” e que “exercita continuamente a penitência e a renovação”. É, portanto, a partir desta proposição que o ano da Fé convida à renovação da Igreja com uma autêntica e renovada conversão ao Senhor, único Salvador do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Destacamos ainda outros aspectos relevantes da Carta Apostólica: 1. Quem faz a experiência de Jesus Cristo, é enviado por Ele para evangelizar. Uma evangelização entusiasta, alegre e que possibilita o reencontro da fé. 2. O ano da Fé deve ser celebrado de modo digno e fecundo por todas as pessoas e instâncias da Igreja. 3. Intensificar a celebração da fé, sobretudo, pela participação na Liturgia, capaz de fortalecer o testemunho e fazer crescer a credibilidade.4. Afé é um Dom de Deus e graça que age na transformação das pessoas.5. Aproclamação da fé é sempre um ato pessoal e eclesial. A iniciativa é sempre de Deus.6. Aredescoberta dos fundamentos da fé a partir do estudo do Catecismo da Igreja Católica.7. Apresença e o testemunho de Maria: Ela acreditou e acolheu o anúncio da Palavra e prestou obediência e dedicação. 8. O papel dos Apóstolos. “Pela fé, foram pelo mundo inteiro, obedecendo ao mandato de levar o Evangelho a toda criatura (cf. Mc 16,15), e sem temor algum anunciaram a todos a alegria da ressurreição, de que foram fiéis testemunhas. 9. O testemunho dos discípulos reunidos na primeira comunidade cristã.10 AVida Religiosa, com homens e mulheres, na simplicidade evangélica, obediência, pobreza e castidade, comprometidos com a justiça, para tornar palpável a palavra do Senhor, que veio anunciar a libertação da opressão e um ano de graça para todos (cf. Lc 4, 18-19).11. Aconcretude da fé: ela sustenta a caridade e a caridade nela se explica. 12. Diante dos desafios, é preciso resistir e confiar sempre.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Unidos ao Papa Bento XVI nos empenharemos na renovação da Féem nossa Igreja. Iluminadospelo Evangelho e pelas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil e também na Diocese de Bragança Paulista, trilharemos com esperança e alegria, o caminho da evangelização. Que o ano da Fé, com a contribuição de todos os componentes do Povo de Deus, “torne Deus de novo presente neste mundo e abra aos homens o acesso à fé, para confiar naquele Deus que nos amou até o fim (cf. Jo 13,1),em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: Dom Sérgio Aparecido Colombo &#8211; Bispo Diocesano de Bragança Paulista</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Corações Santos</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:51:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Corações Santos “Quando alguém tem o coração puro e unido a Deus, sente em si mesmo uma suavidade e uma doçura que inebriam e uma luz maravilhosa que o envolve”. Santo Cura d’Ars (1). São Pedro Apóstolo de forma magistral aconselha: “Santificai Cristo em vossos corações” (1Pd 3,15). Sim, quando nosso coração está santificado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Corações Santos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Quando alguém tem o coração puro e unido a Deus, sente em si mesmo uma suavidade e uma doçura que inebriam e uma luz maravilhosa que o envolve”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Santo Cura d’Ars (1).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São Pedro Apóstolo de forma magistral aconselha: “Santificai Cristo em vossos corações” (1Pd 3,15). Sim, quando nosso coração está santificado e pronto para entronizar Cristo, como Senhor (1Pd 3,15), a nossa vida está totalmente pronta para viver a alegria de Jesus (Lc 6,45). Em nosso coração não há espaço para outra coisa senão para o amor de Jesus (Jo 14,21), que nos é derramado pelo Espírito Santo (Rm 5,5). Desse modo, temos um novo coração (Ez 36,26), cheio de uma alegria que ninguém pode tirar de nós (Jo 16,22).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Alguém da sua casa, do seu círculo de amizades, do seu trabalho, ou da sua escola, já perguntou o motivo da esperança e da alegria que você tem demonstrado (1Pd 3,15)? Você acha estranha esta pergunta? Pois saiba que a nossa vida em Cristo e o nosso amor por Ele não conseguem ser mantidos apenas dentro do nosso coração santificado: em nosso coração eles se avolumam e extravasam pelo nosso corpo todo. E essa alegria transbordante flui através de nós (Jo 7,38; 4,14) e vai contagiar esse mundo triste, ressequido e carente das águas vivificantes do Espírito Santo (S1 63,2).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Amados irmãos e irmãs, vamos santificar Jesus em nossos corações (1Pd 3,15). Vamos dar testemunho, com nossas palavras e com nossas ações, da alegria que há em nossos corações (Lc 6,45). Vamos motivar as pessoas a buscarem a Jesus e a encontrarem a Sua alegria (Fm 20).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Para São João Bosco, a conversão autêntica é inseparável da alegria; nem pode ser diferente, pois consiste em acolher Jesus e o Seu Santo Evangelho de que Deus é o nosso Pai e nos ama para sempre”.</p>
<p style="text-align: justify;">CRISTO É A NOSSA COMPLETA ALEGRIA</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Disse-vos estas coisas para que a minha alegria esteja em vós, e a vossa alegria seja completa” (Jo 15,11).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como vemos pelo ensinamento do Evangelho que Jesus veio para nos dar a Sua alegria, de modo que nós nos alegrássemos completamente (Jo 15,11). Entretanto, será que nós estamos interessados na alegria completa e duradoura que Jesus quer nos dar? Será que, a julgar pelas nossas vidas, não preferimos mais a alegria passageira e superficial do mundo, que não requer de nós tantos compromissos com a justiça, com a verdade e com o amor ao próximo? Sim, a alegria completa de Jesus também nos traz responsabilidades que nem sempre estamos dispostos a aceitar. Senão vejamos:</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">1. Jesus se alegra quando nós O obedecemos, nos esforçamos, e damos frutos para Ele (Mt 25,21.23). Será que nós nos alegramos por trabalharmos para Jesus e nos capacitarmos a receber tarefas cada vez mais difíceis?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">2. Jesus se alegra quando um pecador é resgatado (Lc 15,5. 32). Será que nós estamos dispostos a nos arriscarmos para resgatar pessoas em situação de pecado, e conduzi-las à conversão?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">3. Jesus mantém a alegria mesmo em meio às perseguições (Mt 5,12; Lc 6,23). Será que se formos perseguidos por sermos fiéis a Jesus, nós sentiremos alegria?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nosso Senhor Jesus Cristo quer compartilhar totalmente a Sua alegria conosco no Espírito Santo (Lc 10, 21; Jo 17,13), e a Sua alegria torna a nossa alegria completa (Jo 15,11). Ora, a alegria é um dos frutos do Espírito Santo (G1 5,22), que é dado aos que obedecem a Deus (At 5,32). Portanto, se formos obedientes e renunciarmos às nossas vontades (Lc 9,23), o Espírito Santo estará conosco, e a alegria de Jesus (Jo 17,13), e ninguém jamais poderá tirá-la de nós (Jo 16,22). Nossos nomes, então, para alegria de Jesus, estarão “escritos nos céus” (Lc 10,20). Nós podemos quere mais? (2).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Coração santo e a verdadeira alegria somente em Jesus Cristo. Só Ele é a certeza absoluta de vida plena e eterna. Viver a intimidade profunda com Nosso Senhor é a nossa vocação radical.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“A vida cristã se define como uma vida com Jesus Cristo” afirma o Papa Bento XVI.</p>
<p style="text-align: justify;">Padre Inácio José do Vale, OSBM</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A nossa força na Ressurreição de Cristo</title>
		<link>http://santuariodocarmo.org.br/noticias/a-nossa-forca-na-ressurreicao-de-cristo/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A nossa força está na Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. O nosso dia a dia de cristão precisa ser vivido como num dia de Páscoa: dia de alegria, de júbilo e de vitória! Essa é a esperança que deve estar no coração do combatente: a esperança da ressurreição! Jesus, após ressuscitar, aparece aos apóstolos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A  nossa força está na Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p id="tx" style="text-align: justify;">O nosso dia a dia de cristão precisa ser vivido como num dia de Páscoa: dia de alegria, de júbilo e de vitória! Essa é a esperança que deve estar no coração do combatente: a esperança da ressurreição!</p>
<p>Jesus, após ressuscitar, aparece aos apóstolos. Eles – que até então estavam tristes, abatidos e com medo por terem presenciado a morte d&#8217;Ele –, são tomados pela alegria da Ressurreição do Senhor.</p>
<p>A Páscoa é o ressuscitar de um novo tempo. É vida nova em Cristo. A Igreja celebra a vitória de Jesus sobre a morte e nos convida para assumirmos essa vida nova.</p>
<p>A alegria é fruto do Espírito Santo. Por isso, precisamos estar repletos d’Ele para que essa virtude preencha toda a nossa vida.</p>
<p><strong>(Monsenhor Jonas Abib &#8211; </strong>Fundador da Comunidade Canção Nova)</p>
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		<title>O escândalo da Cruz</title>
		<link>http://santuariodocarmo.org.br/noticias/o-escandalo-da-cruz/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:50:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O escândalo da Cruz Na antiguidade, a cruz, por ser um instrumento de condenação à morte, era um sinal de maldição (Gl 3,13). Depois que Jesus morreu nela por nós, a Cruz se tornou um sinal de honra e bênção. A partir de então, sob diversas formas, a Cruz é colocada na coroa dos reis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O escândalo da Cruz</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na antiguidade, a cruz, por ser um instrumento de condenação à morte, era um sinal de maldição (Gl 3,13). Depois que Jesus morreu nela por nós, a Cruz se tornou um sinal de honra e bênção. A partir de então, sob diversas formas, a Cruz é colocada na coroa dos reis, nas medalhas, condecorações, no alto das Igrejas, nas montanhas que circundam as cidades para abençoá-las, na campa dos falecidos, nas caravelas, nas bandeiras, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Após as dez grandes perseguições romanas aos primeiros cristãos, o Imperador Constantino, antes da batalha contra Maxêncio, teve uma visão da Cruz com a inscrição: “com este sinal vencerás!”. Constantino mandou então colocar o sinal da Cruz em todos os estandartes e escudos romanos, venceu a batalha da ponte Mílvio (312) e deu liberdade aos cristãos, pondo fim às perseguições. A estação de trem em Roma, próximo ao local desta batalha, se chama exatamente “Lábaro”. A inscrição de Constantino, com o cristograma e a cruz, recebeu o nome de “lábaro de Constantino”. Desde então tem sido interpretado por todo o mundo como um símbolo de cristandade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Interessante que em nosso Hino Nacional se faz menção do lábaro e da cruz (na constelação do Cruzeiro do Sul) nele estampado: “lábaro que ostentas estrelado … em teu formoso céu risonho e límpido a imagem do cruzeiro resplandece”. Neste hino, o poeta também quis dizer que o Brasil é como um sonho intenso e, já que em nosso céu a Cruz de Cristo resplandece, no cruzeiro, desta Cruz desce um raio vívido de amor e de esperança, que ilumina o Brasil, terra de Santa Cruz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São Paulo Apóstolo fala que o resumo da sua pregação, o cristianismo, era Cristo crucificado: “Nós proclamamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos” (1 Cor 1, 23). Ele se refere ao “escândalo da Cruz” (Gl 5, 11), porque, realmente, muitos dela se escandalizavam. E não só. Muitos a odiavam: “Há muitos por aí que se comportam como inimigos da cruz de Cristo” (Fl 3, 18). O ódio à cruz, o incômodo pela cruz, o escândalo da cruz, referem-se à Cristo. É Ele que incomoda, é sua doutrina, é sua lembrança que incomoda. É por isso que os atuais “inimigos da cruz de Cristo” não querem vê-la.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ademais, a presença de crucifixos nas salas de julgamento dos Tribunais, conforme explica o jurista ex-ministro do STF, Paulo Brossard, é para lembrar “alguém que foi acusado, processado, julgado, condenado e executado, enfim, justiçado até sua crucificação, com ofensa às regras legais históricas, e, por fim, ainda vítima da pusilanimidade de Pilatos, que, tendo consciência da inocência do perseguido, preferiu lavar as mãos e, com isso passar à história… O crucifixo está nos tribunais não porque Jesus fosse uma divindade, mas porque foi vítima da maior das falsidades de justiça pervertida… Pilatos ficou na história como o protótipo do juiz covarde…” (Zero Hora, 12/3/2012). Sendo assim, por lembrar Jesus e sua doutrina e a ignomínia do pecado e da injustiça, a cruz realmente incomoda! Ao diabo e a muitos também.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney – Campos/RJ</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Penitência e transformação da sociedade</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Penitência e transformação da sociedade Nestes dias intensos de preparação para a Páscoa, a Igreja nos convida à prática da penitência, como expressão de nossa pequenez diante da magnitude divina. Deus, onipotente e onisciente, vem-nos ao encontro, por meio de Seu Filho, que se entrega incondicionalmente para a nossa salvação. Esse é o grande mistério [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Penitência e transformação da sociedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nestes dias intensos de preparação para a Páscoa, a Igreja nos convida à prática da penitência, como expressão de nossa pequenez diante da magnitude divina. Deus, onipotente e onisciente, vem-nos ao encontro, por meio de Seu Filho, que se entrega incondicionalmente para a nossa salvação. Esse é o grande mistério de amor a que somos chamados: pela penitência, respondemos, ainda que timidamente, ao Projeto Salvífico de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Penitência quaresmal, entretanto, não quer ser uma ocasião para o desprezo por nós mesmos ou para o masoquismo. Não se trata de sofrimento atroz, macabro, que infunde em nós um desejo incontido pela morte, pela negação de nós mesmos. É, ao invés, uma abertura dinâmica para Deus que nos permite exprimir a totalidade de nosso amor, como tentativa de resposta ao que Ele nos oferece em Jesus Cristo. Daí resulta que não devemos apenas recorrer à penitência como único meio de salvação, mas como uma forma de nos reconhecermos necessitados do divino amor. A penitência favorece à vida plena, cujas raízes se dão nesta esfera existencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme o Profeta Isaías (Cf. C 58), o Jejum que agrada a Deus não são os sacrifícios oferecidos, com o escopo de comprar os divinos méritos, mas o amparo a viúva e ao órfão, ao estrangeiro, ao fraco… Por outras, o que oferecemos a Deus tem de ter implicação na sociedade, na vida da comunidade de fé, a fim de transformar a existência, melhorando-a e enriquecendo-a. O objetivo de todo o relacionamento do ser humano com Deus é a plenitude da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, vale a pena lembrar as lutas históricas por melhores condições para os trabalhadores, para os aposentados, as crianças, os jovens, as mulheres, os desprovidos de casa, de terra, de emprego, de dignidade. A prática da justiça que agrada a Deus é a melhor expressão de penitência, sem nos esquecermos – evidentemente – de nosso compromisso pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">As lutas sociais estão um tanto emudecidas, desmotivadas, padecendo de idealismo. A fé cristã acarreta o compromisso com a transformação social, com a satisfação de todas as dimensões da existência humana, a fim de que as pessoas se sintam cidadãs, tendo todos os seus direitos assegurados.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste período quaresmal, convém adequar nossa oração, nosso jejum e nossa caridade fraterna ao compromisso com as causas sociais, com a luta por melhores salários e com o fortalecimento da cidadania. A única forma de vida humana possível se dá em sociedade. Daí ser a sociedade o lugar natural para a vivência da fé em comunidade. As carências sociais de que padecemos refletem nossa falta de conversão, nossa carência de práticas devocionais que permitam a integração entre a fé e a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesses dias que nos separam da Páscoa, sejamos vigilantes na oração, alegres na esperança, fortalecidos na penitência, comprometidos com as forças organizadas na sociedade, a fim de que a Páscoa – passagem para a vida plena – implique o que significa e transforme nossa pobre forma humana de existir. Que a Semana Santa seja um forte momento de comunhão com Deus, de experiência de intimidade com Jesus Crucificado-Ressuscitado, a fim de que a Ressurreição do Senhor fortaleça nossa existência. Só seremos plenamente livres, quando estivermos imersos no dinamismo transformador que a Páscoa nos propicia. Boa Preparação pascal.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: Arquidiocese de Aracajú/SE</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Saúde pública: questão de vida e morte</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saúde pública: questão de vida e morte . Recentemente, o levantamento divulgado pelo governo, usando números do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (Idsus), mostrou que 27% da população brasileira vive em cidades com nota abaixo de 5 no quesito saúde pública, numa escala de 0 a 10. Mais de 70% da população [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Saúde pública: questão de vida e morte .</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o levantamento divulgado pelo governo, usando números do Índice de Desempenho do Sistema Único de Saúde (Idsus), mostrou que 27% da população brasileira vive em cidades com nota abaixo de 5 no quesito saúde pública, numa escala de 0 a 10.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais de 70% da população (134 milhões de pessoas) está em 4.066 cidades, que receberam notas entre 5 e 6,9. Somente 1,9% – cerca de 3,2 milhões de brasileiros – residem no grupo dos 347 municípios mais bem pontuados, que conquistaram nota maior que 7.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O mais bem avaliado é o município de Vitória (ES), com nota 7,08. Em último lugar está o Rio de Janeiro, com 4,33. O nosso Estado, o Paraná, teve nota 6,23.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A nota de Maringá ficou em 5,59 – abaixo da média estadual. Algo que nos preocupa, já que Maringá tem tudo para ser exemplo na saúde pública. Números podem ser questionados, mas não devem ser desprezados. Isso deve ser um sinal de alerta concreto para as nossas autoridades em saúde. Será que está tudo bem, como aparece nas campanhas publicitárias? Será que não deveríamos estar no topo do índice?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O minúsculo município de Fernandes Pinheiro, aqui no nosso Paraná, com apenas 5.932 habitantes, obteve boa nota (7,76). Todos esses dados estão disponíveis para você avaliar no endereço eletrônico www.saude.gov.br/idsus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Diante deste quadro entendemos perfeitamente o motivo da Campanha da Fraternidade promovida pela Igreja Católica. A saúde é direito de todos, diz a nossa Constituição.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O sistema de saúde deve, portanto, atender todo e qualquer cidadão. Do princípio da integralidade decorre a exigência de acesso a qualquer cidadão a todos os serviços que o sistema de saúde dispõe, desde vacinas até transplantes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O princípio da equidade visa a assegurar que as ações e os serviços, em todos os níveis do sistema público de saúde, até mesmo os mais sofisticados e caros, sejam oferecidos a todos os cidadãos, sem privilégios. (Texto base da CF 2º12, nº 118).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Carta dos direitos dos usuários da saúde de 14 de agosto de 2009, afirma: &#8220;Toda pessoa tem direito ao atendimento humanizado e acolhedor, realizado por profissionais qualificados, em ambiente limpo confortável e acessível a todos&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Todos nós sabemos que a legislação nos garante o direito à saúde e também temos certeza de que há recursos financeiros para garantir uma eficiente rede de atendimento. Porém, falta ética e compromisso efetivo com a vida humana.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O ser humano não pode ser tratado como produto, e o Sistema de Saúde como comércio. Infelizmente o econômico vem sempre em primeiro lugar, e a pessoa passa a ser mais um. Que o desejo de Deus seja assumido por todos nós como um verdadeiro programa de vida: &#8220;Que a saúde se difunda sobre a terra&#8221; (Eclo 38,8).</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Anuar Battisti</p>
<p style="text-align: justify;">Arcebispo de Maringá (PR)</p>
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		<title>Jovens distribuem “Abraços grátis”</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Jovens distribuem “Abraços grátis” em feira Durante o encontro de carnaval Enraizados em Cristo, realizado em Paranavaí, um grupo de 8 Jovens foi destinado para uma missão especial: espalhar o amor de Deus pelas ruas. Com placas escritas “Abraço Grátis”, nossos jovens saíram pelas ruas de Paranavaí abraçando a todos que aceitassem o gesto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Jovens distribuem “Abraços grátis” em feira</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Durante o encontro de carnaval Enraizados em Cristo, realizado em Paranavaí, um grupo de 8 Jovens foi destinado para uma missão especial: espalhar o amor de Deus pelas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com placas escritas “Abraço Grátis”, nossos jovens saíram pelas ruas de Paranavaí abraçando a todos que aceitassem o gesto de carinho e desejando-lhes as bênçãos de Deus enquanto os jovens encontristas assistiam às palestras.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos sabemos da missão do jovem missionário em espalhar o amor de Deus para todas as pessoas, bem como da necessidade das pessoas em receberem gestos concretos de carinho e afeto. Desta forma, o resultado não poderia ser outro: muitas pessoas ficaram verdadeiramente encantadas com o gesto e agradeceram com sorrisos e palavras de incentivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem sabe não é com gestos como este que nossos jovens conseguirão conquistar a atenção daqueles que apenas precisam de um incentivo. Talvez muitas destas pessoas tenham sido evangelizadas apenas com um abraço.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p align="right"><strong><em>Alisson Gusmão</em></strong></p>
<p align="right"><strong><em>Coordenador Provincial da JM de Maringá</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;" align="right"><span style="background-color: #ffff00;"><strong>Vejam as fotos desse momento acessando o link: <a href="http://santuariodocarmo.org.br/galeria-de-fotos/jovens-distribuem-abracos-gratis-em-feira/"><span style="background-color: #ffff00;">http://santuariodocarmo.org.br/galeria-de-fotos/jovens-distribuem-abracos-gratis-em-feira/</span></a></strong></span></p>
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		<title>Redescobrir a oração</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 17:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Redescobrir a oração A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida. Nas indicações que não podem faltar, especialmente para a vida cristã, estão a prática e o cultivo disciplinado da oração. É um exercício que tem força incomparável em relação às diversas abordagens de autoajuda, como livros e DVDs, muito comuns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redescobrir a oração</p>
<p>A oração é um exercício fundamental na busca pela qualidade de vida. Nas indicações que não podem faltar, especialmente para a vida cristã, estão a prática e o cultivo disciplinado da oração. É um exercício que tem força incomparável em relação às diversas abordagens de autoajuda, como livros e DVDs, muito comuns na atualidade.</p>
<p>A crise existencial contemporânea, em particular na cultura ocidental, precisa redescobrir o caminho da oração para uma vida de qualidade. Equivocado é o entendimento que pensa a oração como prática exclusiva de devotos. A oração guarda uma dimensão essencial da vida cristã. Cultivar essa prática é um segredo fundamental para reconquistar a inteireza da própria vida e fecundar o sentido que a sustenta.</p>
<p>É muito oportuno incluir entre as diversificadas opiniões, junto aos variados assuntos discutidos cotidianamente, o que significa e o que se pode alcançar pelo caminho da oração. Perdê-la como força e não adotá-la como prática diária é abrir mão de uma alavanca com força para mover mundos. A fé cristã, por meio da teologia, tem por tradição abordar a importância da oração ao analisar a sua estrutura fundamental, seus elementos constitutivos, suas formas e os modos de sua experiência. Trata-se de uma importante ciência e de uma prática rica para fecundar a fé.</p>
<p>A oração tem propriedades para qualificar a vida pessoal, familiar, social e comunitária. Muitos podem desconhecer, mas a oração pode ser um laço irrenunciável com o compromisso ético. É prática dos devotos, mas também um estímulo à cidadania. Ao contrário de ser fuga das dificuldades, é clarividência e sabedoria, tão necessários no enfrentamento dos problemas. Na verdade, a oração faz brotar uma fonte interior de decisões, baseadas em valores com força qualitativa.</p>
<p>A oração como prática e como inquestionável demanda, no entanto, passa, por razões socioculturais, por uma crise. Aliás, uma crise numa cultura ocidental que nunca foi radicalmente orante. O secularismo e a mentalidade racionalista se confrontam com aspectos importantes da vida oracional, como a intercessão e a contemplação. Diante desse cenário, é importante sublinhar: paga-se um preço muito alto quando se configura o caminho existencial distante da dimensão transcendente. O distanciamento, o desconhecimento e a tendência de banir o divino como referencial produzem vazios que atingem frontalmente a existência.</p>
<p>É longo o caminho para acertar a compreensão e fazer com que todos percebam o horizonte rico e indispensável da oração. Faz falta a clareza de que existem situações e problemas que a política, a ciência e a técnica não podem oferecer soluções, como o sentido da vida e a experiência de uma felicidade duradoura. A oração é caminho singular. É, pois, indispensável aprender a orar e cultivar a disciplina diária da oração. Tratar-se de um caminhar em direção às raízes e ao essencial. Nesse caminho está um remédio indispensável para o mundo atual, que proporciona mais fraternidade e experiências de solidariedade.</p>
<p>A lógica dominante da sociedade contemporânea está na contramão dessa busca. Os mecanismos que regem o consumismo e a autossuficiência humana provocam mortes. Sozinho, o progresso tecnológico, tão necessário e admirável, produz ambiguidades fatais e inúmeras contradições. Orar desperta uma consciência própria de autenticidade. Impulsiona à experiência humilde do próprio limite e inspira a conversão. É recomendação cristã determinante dos rumos da vida e de sua qualidade. A Igreja Católica tem verdadeiros tesouros, na forma de tratados, de estudos, de reflexões, e de indicações para o cultivo da oração, que remetem à origem do cristianismo, quando os próprios discípulos pediram a Jesus: “Ensina-nos a orar”. É uma tarefa missionária essencial na fé, uma aprendizagem necessária, um cultivo para novas respostas na qualificação pessoal e do tecido cultural sustentador da vida em sociedade.</p>
<p>Fonte: CNBB</p>
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