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	<title>Santuário Nossa Senhora do Carmo &#187; Notícias</title>
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		<title>Pense Nisto!!!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sylvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Se me perguntarem qual o sentimento que considero mais bonito ou mais importante, vou abrir um sorriso e dizer: O correspondido!&#8221; (Martha Medeiros)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>&#8220;Se me perguntarem qual o sentimento que considero mais bonito ou mais importante, vou abrir um sorriso e dizer: O correspondido!&#8221;</strong></em></p>
<p>(Martha Medeiros)</p>
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		<title>Santos deste dia</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:03:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sylvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Santa Eugênia Esta jovem romana sofreu o martírio no séc. III durante o governo do imperador Galieno. De acordo com uma lenda, teria fundado um mosteiro no Egito e outro em Roma. Seu culto, muito antigo, deve sua popularidade aos contos fabulosos de milagres, repetidos em diferentes línguas. São Lourenço Majorano, bispo de Siponto (sul [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>Santa Eugênia</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Esta jovem romana sofreu o martírio no séc. III durante o governo do imperador Galieno. De acordo com uma lenda, teria fundado um mosteiro no Egito e outro em Roma. Seu culto, muito antigo, deve sua popularidade aos contos fabulosos de milagres, repetidos em diferentes línguas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>São Lourenço Majorano</strong></em>, bispo de Siponto (sul da Itália) [† 546]. São incertas as notícias sobre sua figura. Provavelmente consagrado bispo pelo papa Gelásio (492), salvou Siponto da destruição por parte dos invasores Ostrogodos, apresentando-se diante do rei Totila. É padroeiro da cidade italiana de Manfredônia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>São Lucas</strong><strong> o Jovem</strong></em>, chamado também Lucas arquimandrita ou o Taumaurgo († Sotério, Grécia, 946). Natural da Tessália, centro-norte da Grécia, simples pastor, viveu como eremita numa montanha perto de Corinto e no deserto de Sotério, na Ática (região perto de Atenas).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>São Moisés o Sarraceno</strong></em>, bispo dos Sarracenos. Eremita nos desertos próximo às terras conquistadas por Mavia, rainha da tribo árabe dos Sarracenos, foi por ela escolhido como bispo de seu povo quando se converteu ao cristianismo (374). Moisés rejeitou, porém, ser consagrado pelo ariano Lúcio, titular da sé de Alexandria do Egito (373-378); então, foi levado para as montanhas onde viviam exilados por sua fé nicena alguns bispos e foi, por eles, consagrado. Pastor zeloso, desenvolveu uma grande ação evangelizadora entre os povos a ele confiados e manteve a paz com o Império romano.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>São Ricardo, Rei e Confessor</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">No século V, a rainha da Inglaterra meridional era Sexburga, que mais tarde se tornou abadessa e uma santa da Igreja Católica. Ela teve três filhos e duas filhas, estas, a seu exemplo, fundaram mosteiros dedicando-se aos pobres e a Cristo. Também o caçula Winfrido, ou Bonifácio, deixou a vida da corte para ser monge beneditino, hoje venerado como o grande &#8220;Apóstolo da Alemanha&#8221;. O primogênito Egberto I, assumiu o trono em 664, mas onze anos depois morreu, deixando o sucessor ainda muito pequeno. Foi assim que, o filho do meio, Hlother ou Ricardo I, se tornou rei da Inglaterra e guardião da coroa do sobrinho. Em 685, empossou o jovem rei Eadric I, que era o legítimo herdeiro da casa real dos Kents. Ricardo deixou o palácio com os filhos Vilibaldo, Vunibaldo e Valburga, indo morar no mosteiro de Waltham, onde viveram sob as regras dos beneditinos. A partir daí os dados de suas vidas são descritos pelos registros da Santa Sé. No ano de 720,conforme uma narração de um monge alemão, Ricardo e os dois filhos, então já monges, saíram da Inglaterra meridional, para empreenderem uma peregrinação de penitencia e devoção. A filha Valburga ficou no mosteiro, onde seguia a vida de religiosa. A meta, como sempre, era Roma, onde pretendiam venerar as relíquias dos apóstolos Pedro e Paulo. De lá queriam ir até a Terra Santa. Atravessaram toda a França, mas quando chegaram na cidade de Luca, a viagem teve de ser interrompida porque Ricardo ficou doente e acabou falecendo. Foi sepultado na igreja de são Frediano em 722. Os milagres foram acontecendo em seu túmulo e o local se tornou uma rota de devoção para os cristãos, que o chamavam de &#8220;rei, santo&#8221;. Só Vilibaldo pôde completar o programa, porque Vunibaldo ficou estudando em Roma até 739. Depois os dois foram recrutados pelo tio Bonifácio, que acabara de ser elevado à condição de bispo, para a missão evangelizadora dos povos germânicos. Por fim, à eles se juntou a irmã Valburga, também a pedido do tio. Sobre Ricardo, lemos no Martirológio Romano: &#8220;Em Luca, na Toscana, a deposição de são Ricardo, rei da Inglaterra e pai de são Vilibaldo, bispo de Eichstat , de são Vunibaldo abade de Heidenheim e da santa Valburga, abadessa virgem.&#8221; Seu culto se propagou graças as colaborações eficazes na obra de evangelização dos seus filhos e do irmão. Em Luca, uma das mais belas cidades medievais de Florença, ele costuma ser festejado com grande veneração pela legião de devotos que procuraram por sua intercessão e foram atendidos por este &#8220;santo, rei dos ingleses&#8221;.</p>
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		<title>Reflexão ao Evangelho</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sylvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[• O evangelho de hoje fala das tradições religiosas daquele tempo e dos fariseus que ensinavam estas tradições ao povo. Por exemplo, comer sem lavar as mãos, como eles diziam, comer com as mãos impuras. Muitas destas tradições estavam desligadas da vida e tinham perdido seu significado. Apesar de ser esta a realidade, eram tradições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">• O evangelho de hoje fala das tradições religiosas daquele tempo e dos fariseus que ensinavam estas tradições ao povo. Por exemplo, comer sem lavar as mãos, como eles diziam, comer com as mãos impuras. Muitas destas tradições estavam desligadas da vida e tinham perdido seu significado. Apesar de ser esta a realidade, eram tradições guardadas e ensinadas, ou por medo ou por superstição. O Evangelho apresenta algumas indicações de Jesus em relação a estas tradições.</p>
<p style="text-align: justify;">• Marcos 7,1-2: Controle dos fariseus e liberdade dos discípulos. Os fariseus e alguns escribas, vindos de Jerusalém, ficavam espiando os discípulos de Jesus para ver como comiam com as mãos impuras o pão. Aqui há três pontos que merecem ser destacados:</p>
<p style="text-align: justify;">a) Os escribas eram de Jerusalém, da capital. Significa que tinham vindo para observar e controlar os passos de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">b) Os discípulos não lavavam as mãos antes de comer! Significa que o estar com Jesus os leva a ter a coragem de passar por cima de normas que a tradição impunha ao povo, mas não tinham mais sentido na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">c) O fato de lavar as mãos, que ainda hoje continua a ser uma norma de higiene importante, tinha assumido para eles um significado religioso que servia para controlar e discriminar as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">• Marcos 7,3-4: A Tradição dos Antigos. “A Tradição dos Antigos” transmitia as normas que deviam ser observadas pelo povo para ter a pureza exigida pela lei. A observância da lei era um aspecto muito sério para as pessoas daquele tempo. Eles pensavam que uma pessoa impura não poderia receber a bênção prometida por Deus a Abraão. As normas sobre a pureza eram ensinadas para abrir a estrada até Deus, fonte de paz. Na realidade, em lugar de ser fonte de paz, as normas eram um cárcere, uma escravidão. Para os pobres era praticamente impossível observar as centenas de normas, de tradições e de leis. Por isso eram consideradas pessoas ignorantes e malditas que não conheciam a lei (Jo 7,49).</p>
<p style="text-align: justify;">• Marcos 7,5: Escribas e fariseus criticam o comportamento dos discípulos de Jesus. Os escribas e os fariseus perguntam a Jesus: Por que os teus discípulos não se comportam segundo a tradição dos antigos e comem o pão com as mãos impuras? Eles pensavam em ter interesse de conhecer o porquê do comportamento dos discípulos. Na realidade, criticam Jesus porque permite aos discípulos de passar por cima das normas de pureza. Os fariseus formavam uma espécie de confraria, cuja principal preocupação era observar todas as leis da pureza. Os escribas eram responsáveis pela doutrina. Ensinavam as leis relativas à observância da pureza.</p>
<p style="text-align: justify;">• Marcos 7,6-13 Jesus critica a incoerência dos fariseus. Jesus responde citando Isaías: este povo se aproxima de mim só com palavras, enquanto seu coração está longe de mim (cf. Is 29,13). Insistindo nas normas de pureza, os fariseus esvaziavam de conteúdo os mandamentos da lei de Deus. Jesus cita um exemplo concreto. Diziam: a pessoas que oferece ao Templo seus bens, não podem usar estes bens para ajudar os mais necessitados. Assim, em nome da tradição esvaziam de conteúdo o quarto mandamento que pede de amar o pai e a mãe. Estas pessoas parecem ser muito observantes, mas o são só exteriormente. Em seu coração continuam longe de Deus! Como diz uma música: “Seu nome é Jesus Cristo e está com fome, e vive pelas calçadas. E as pessoas quando possam por ele, às vezes, não param, porque está com medo de chegar atrasada na Igreja!”. Na época de Jesus, o povo, em sua sabedoria, não estava de acordo com tudo o que se ensinava. Sabia que, um dia, o Messias viria para indicar outro caminho para alcançar a pureza. Em Jesus esta esperança torna-se realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Para uma avaliação pessoal</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">• Conheces alguma tradição religiosa de hoje que não tem mais sentido, mas que continua ser ensinada?</p>
<p style="text-align: justify;">• Os fariseus eram judeus praticantes, mas a fé deles estava bem distante da vida das pessoas. Por isso Jesus os critica. E hoje, Jesus nos criticaria? Em que?</p>
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		<title>Liturgia desta Terça-feira</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 02:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>sylvia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[1 Reis 8,22-23.27-30 Tu disseste, Senhor: “Aí estará meu nome” Ouve agora a oração de teu povo, Israel A oração de Salomão é um bonito exemplo de adoração e de súplica. E mais, ela expressa uma viva consciência da necessidade que o povo de Deus sempre tem do perdão divino e da confiança em obtê-lo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><strong>1 Reis 8,22-23.27-30</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Tu disseste, Senhor: “Aí estará meu nome” Ouve agora a oração de teu povo, Israel</p>
<p style="text-align: justify;">A oração de Salomão é um bonito exemplo de adoração e de súplica. E mais, ela expressa uma viva consciência da necessidade que o povo de Deus sempre tem do perdão divino e da confiança em obtê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Leitura do Primeiro Livro dos Reis</strong> &#8211; Naqueles dias: 22Salomão pôs-se de pé diante do altar do Senhor, na presença de toda a assembléia de Israel, estendeu as mãos para o céu e disse: 23&#8242;Ó Senhor, Deus de Israel, não há Deus igual a ti nem no mais alto dos céus, nem aqui embaixo na terra; tu és fiel à tua misericordiosa aliança com teus servos, que andam na tua presença de todo o seu coração. 27Mas será que Deus pode realmente morar sobre a terra? Se os mais altos céus não te podem conter, muito menos esta casa que eu construí! 28Mas atende, Senhor meu Deus, à oração e à súplica do teu servo, e ouve o clamor e a prece que ele faz hoje em tua presença. 29Teus olhos estejam abertos noite e dia sobre esta casa, sobre o lugar do qual disseste: &#8216;Aqui estará o meu nome! Ouve a oração que o teu servo te faz neste lugar. 30Ouve as súplicas de teu servo e de teu povo Israel, quando aqui orarem. Escuta-os do alto da tua morada, no céu, escuta-os e perdoa! -</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Salmo responsorial &#8211; Sl 83, 3. 4. 5.10. 11 (R. 2)</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Quão amável, ó Senhor, é vossa casa!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">3Minha alma desfalece de saudades *</p>
<p style="text-align: justify;">e anseia pelos átrios do Senhor!</p>
<p style="text-align: justify;">Meu coração e minha carne rejubilam *</p>
<p style="text-align: justify;">e exultam de alegria no Deus vivo! R.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">4Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, +</p>
<p style="text-align: justify;">e a andorinha ali prepara o seu ninho, *</p>
<p style="text-align: justify;">para nele seus filhotes colocar:</p>
<p style="text-align: justify;">vossos altares, ó Senhor Deus do universo! *</p>
<p style="text-align: justify;">vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor! R.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">5Felizes os que habitam vossa casa; *</p>
<p style="text-align: justify;">para sempre haverão de vos louvar!</p>
<p style="text-align: justify;">10Olhai, ó Deus, que sois a nossa proteção, *</p>
<p style="text-align: justify;">vede a face do eleito, vosso Ungido! R.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">11Na verdade, um só dia em vosso templo *</p>
<p style="text-align: justify;">vale mais do que milhares fora dele!</p>
<p style="text-align: justify;">Prefiro estar no limiar de vossa casa, *</p>
<p style="text-align: justify;">a hospedar-me na mansão dos pecadores! R</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Marcos 7,1-13</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Passando por cima do mandamento de Deus, vós observais a tradição dos homens</p>
<p style="text-align: justify;">Jesus quer uma atitude religiosa que não seja só exterioridade; para ele não é o exterior que interessa, mas o interior, o coração, como profundidade da alma. Só neste nível a palavra de Deus torna-se eficaz e pode superar todas as possíveis desculpas para não observá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos</strong> &#8211; Naquele tempo: 1Os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. 2Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. 3Com efeito, os fariseus e todos os judeus só comem depois de lavar bem as mãos, seguindo a tradição recebida dos antigos. 4Ao voltar da praça, eles não comem sem tomar banho. E seguem muitos outros costumes que receberam por tradição: a maneira certa de lavar copos, jarras e vasilhas de cobre. 5Os fariseus e os mestres da Lei perguntaram então a Jesus: &#8216;Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?&#8217; 6Jesus respondeu: &#8216;Bem profetizou Isaías a vosso respeito, hipócritas, como está escrito: &#8216;Este povo me honra com os lábios, mas seu coração está longe de mim. 7De nada adianta o culto que me prestam, pois as doutrinas que ensinam são preceitos humanos&#8217;. 8Vós abandonais o mandamento de Deus para seguir a tradição dos homens.&#8217; 9E dizia-lhes: &#8216;Vós sabeis muito bem como anular o mandamento de Deus, a fim de guardar as vossas tradições. 10Com efeito, Moisés ordenou: &#8216;Honra teu pai e tua mãe&#8217;. E ainda: &#8216;Quem amaldiçoa o pai ou a mãe, deve morrer&#8217;. 11Mas vós ensinais que é lícito alguém dizer a seu pai e à sua mãe: &#8216;O sustento que vós poderíeis receber de mim é Corban, isto é, Consagrado a Deus&#8217;. 12E essa pessoa fica dispensada de ajudar seu pai ou sua mãe. 13Assim vós esvaziais a Palavra de Deus com a tradição que vós transmitis. E vós fazeis muitas outras coisas como estas.&#8217;</p>
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		<title>Que é o Magistério da Igreja?</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Que é o Magistério da Igreja? Sentando em um barco, encontrava-se o Divino Mestre ensinando à multidão que, as margens do lago, escutava a serena e encantadora tonalidade da voz de Deus. Ali ensinava Ele por meio de muitas parábolas, entre elas a do semeador. “Disse ele: Um semeador saiu a semear. E semeando, parte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Que é o Magistério da Igreja?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sentando em um barco, encontrava-se o Divino Mestre ensinando à multidão que, as margens do lago, escutava a serena e encantadora tonalidade da voz de Deus. Ali ensinava Ele por meio de muitas parábolas, entre elas a do semeador. “Disse ele: Um semeador saiu a semear. E semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os pássaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde não havia muita terra, e nasceu em seguida, porque a terra era pouco profunda. Logo, sem embargo, quando o sol nasceu, se queimou, por falta de raízes. Outra sementes caíram entre os espinhos: os espinhos cresceram e a sufocaram, Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um” (Mt 13, 4-8). Que simboliza esta semente? A Palavra de Deus (cf. Mt 13, 19), seja ela contida na Sagrada Escritura ou na Sagrada Tradição.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, será que Deus deixaria sua Palavra Eterna e Imutável à mercê do Maligno – como alude esta parábola – ou a abandonaria em um solo pedregoso ou entre os espinhos (cf Mt 13, 19-22), deixando assim exposta às inúmeras intempéries que os séculos produzem?</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Foi justamente para preservar dos inúmeros males que pudesses sobrevir, que preparou um terra boa e fértil a qual, acolhendo a semente sã, rendesse frutos “cem por um, sessenta por um, trinta por um” (Mt 13, 23). Este solo fecundo se chama Magistério da Igreja, ao ser ouvido e compreendido, ensina aos demais a doutrina infalível. Sua altíssima missão é: proteger a seu Povo dos desvios e dos relaxamentos, e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica [1]. O Magistério é um instrumento que nos garante estar de acordo com a doutrina dos Apóstolos, ensinada a eles pelo próprio Divino Mestre. Portanto, a obrigação do Magistério está em cuidar que o povo de Deus permaneça na verdade. Assim, “para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma da infalibilidade em matéria de fé e de costumes” [2].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Se não fosse o Magistério…</p>
<p style="text-align: justify;">Sem o Magistério o grande e belo edifício da doutrina verdadeira estaria sujeito a infiltração da heterodoxia [3] e, assim, poderia mesclar-se com o erro, um antro de confusão, caos e horror. A própria Igreja, fonte da luz e da união fraterna, seria um abismo de desordem e desunião. E, como consequência, deixaria de caminhar rumo ao cumprimento do desejo de Deus: que todos sejam um só coração e uma só alma (cf. 1Pd 3,8).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Imaginemos, por exemplo, uma grande cidade onde vivam milhões de pessoas. Podemos dizer que quase todos os habitantes possuem um relógio. Portanto, nessa cidade existem milhões de relógios. São inúmeros, mas não serviria de nada se não houvesse um relógio posto por Deus, chamado sol, pelo qual os homens pudessem saber a hora precisa. Os relógios particulares entram em desacordo, um adianta, outro atrasa. Por causa da soberba humana, a pessoa não quererá reconhecer que seu relógio está equivocado, e que o outro está correto. Desse modo sucederia que, por falta de relógio infalível, segundo o qual todo os outros devem ser regulados, ninguém teria a hora correta. Esta imagem ilustra algo da mente humana: cada homem pensa a sua maneira. Argumentam, discutem, e acabam n]ao convencendo-se inteiramente. Ou há alguém capaz de determinar com acerto: “Isto é tal coisa!”, ou ninguém acaba conhecendo a verdade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Quando na Idade Média a ciência havia progredido o bastante para que se pudessem fabricar relógios mecânicos, estes começaram a ser colocados nas torres dos templos católicos. Por isso, dizia-se, com muita poesia, que a a Igreja indicava a hora correta do pensamento humano. Para Ela, todos se dirigem corrigindo seus “relógios” individuais, ou seja, suas mentes. Em matérias tão essenciais para nós, como Fé e moral, era necessário que houvesse alguém com a missão de ensinar e que não caísse em equívocos ao interpretar a Revelação. Este é o “relógio” que regula a humanidade: o Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana [4]. Se o mundo o abandona, vá se deixando invadir pelo desatino e por toda sorte de extravios. Por isso, é preciso que creiamos firmemente naquelas definições que o Magistério da Igreja declara como sendo reveladas por Deus e como ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo [5].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">“Quot caput tot setentia”</p>
<p style="text-align: justify;">O Papa Leão XIII, em poucas palavras, comenta a necessidade de que exista este princípio ordenador de tudo. “Se a doutrina celestial de Jesus Cristo, ainda que em grande parte esteja consignada em livros inspirados por Deus, houvesse sido entregue aos pensamentos dos homens não poderia por si mesma unir aos espíritos” [6].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Este ensinamento do Papa nos faz recordar aquele antigo provérbio tão comum a nosso olhos: “Quot caput tot setentia” (cada cabela uma sentença). Esse adágio nos dá a oportunidade de explicar o motivo pelo qual ao longo dos tempos foram surgindo várias indicações com a intenção de dar uma sentença correta – ou melhor, de acordo com seus interesses – às diversas passagens da Sagrada Escritura que poderiam parecer um pouco obscuras ou difíceis de serem interpretadas. Cada uma desta ideias inusitadas e inauditas impregnadas da livre interpretação pode ser comparada a uma cabeça com sentenças distintas das demais. Sem embargo, ocorre que Nosso Senhor é a única Cabeça de uma único Corpo, e foi a este único Corpo que Ele entregou o “múnus” de ensinar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Igreja, coluna e sustentáculo da verdade (Cf. 1Tm 3,15)</p>
<p style="text-align: justify;">Por esta razão, o mais augusto e valiosos dos tesouros, o patrimônio sagrado da fé também chamado de “depositum fidei”, contido na Sagrada Tradição e na Sagrada Escritura, foi confiado pelos apóstolos à totalidade da Igreja [7]. “Mas para que o Evangelho sempre se conserva-se inalterado e vivo na Igreja, os Apóstolos deixaram como sucessores os bispos, entregando-lhes seu próprio encargo de Magistério” [8]. A Igreja, portanto, tem a assistência do Espírito Santo para guardar santamente, explorar mais profundamente, anunciar e expor com fidelidade toda a verdade revelada [9]. O Magistério é o eco da voz do Divino Mestre que continuamente fala aos homens e que faz ouvir através da Igreja. E por isso, Nosso Senhor a fundou e a conservou: para transmitir-lhe a continuação da mesma missão que Ele recebeu de Deus Pai [10].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Foi aos 12 Apóstolos que o Divino Mestre disse: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizadas em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que os prescrevi” (Mt 28, 19, 20). E também: “Quem os ouve, a mim ouve; e quem os rechaça, a mim rechaça; e quem me rechaça, rechaça àquele que me enviou” (Lc 10, 16).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não era somente às nações da época dos Apóstolos que Nosso Senhor se referia ao dar o mandato de pregar o Evangelho. Pois Ele “quer que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade” (1Tm 2, 4). Essa sua vontade salvífica não admite nenhuma exceção nem inclusive limitação por parte do tempo, e por isso promete: “[...] estarei com vós até o final dos tempos” (Mt 28, 20).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Acerca disso, escreve São Jerônimo: “Quem promete estar com seus discípulos até a consumação dos séculos mostra com isso que seus discípulo viverão para sempre, e que Ele mesmo não cessará de estar com os crentes” [11]. Mas, acrescenta a Encíclica Satis Cognitum: “Como haveria de suceder isto unicamente com os apóstolos, cuja condição de homens lhes sujeitavam à lei suprema da morte? A Providência divina havia, pois, determinado que o Magistério instituído por Jesus Cristo não estaria restringido aos limites da vida dos apóstolos, mas que duraria sempre” [12].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Caminho mais seguro</p>
<p style="text-align: justify;">Deus depositou em nossos corações um anseio e uma sede pela verdade, que ainda que já comece a ser saciada aqui na Terra, apenas obterá sua plenas satisfação na Visão Beatífica, onde veremos face a face Aquele que é a Própria Verdade (Cf. Jn 14,6). No entanto, aqui neste vale de lágrimas não sempre encontramos esta verdade, e devido ao pecado original facilmente caímos no erro. Assim, a fim de que sem grandes dificuldades pudêssemos alcançá-la, Deus nos enviou Seu Filho para dar testemunho dela (Cf. Jn 18, 36) e depois fundou “a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade” (1Tm 3, 15), para que Ela, exercendo sua autoridade em nome de Nosso Senhor, nos apresente a interpretação autêntica da palavra de Deus escrita ou transmitida [13].</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">O Magistério é, portanto, o caminho mais seguro para – juntamente com a Sagrada Escritura e a Tradição – subir aos tesouros inestimáveis de Deus, do qual somos filhos e herdeiros.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">[1] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 890.</p>
<p style="text-align: justify;">[2] Idem.</p>
<p style="text-align: justify;">[3] Heterodoxo: aquello que no es ortodoxo, esto es, que no está de acuerdo con la doctrina verdadera.</p>
<p style="text-align: justify;">[4] CORRÊA DE OLIVEIRA, Plinio. n. 19. Out. 1999. Os três pilares da piedade “pliniana”. p. 23.</p>
<p style="text-align: justify;">[5] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 891.</p>
<p style="text-align: justify;">[6] León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 12. ASS 28 (1895-96) p. 711 ss.</p>
<p style="text-align: justify;">[7] Cf. CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, n. 84.</p>
<p style="text-align: justify;">[8] Concílio Vaticano II, Constitución dogmática Dei Verbum, n. 7. In AAS 58 (1966) p. 820.</p>
<p style="text-align: justify;">[9] Cf. CIC, Can. 747 § 1.</p>
<p style="text-align: justify;">[10] Cf. León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 7.</p>
<p style="text-align: justify;">[11] San Jerónimo, In Matth. IV, 28, 20. Cf. Leão XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 15. ASS 28 (1895-96) 711 ss.</p>
<p style="text-align: justify;">[12] León XIII, Carta Encíclica Satis Cognitum, n. 15. ASS 28 (1895-96) 711 ss.</p>
<p style="text-align: justify;">[13] Cf. Concílio Vaticano II, Constitución dogmática Dei Verbum, n. 10. In AAS 58 (1966) p. 822.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Gaudium Press</p>
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		<title>A história do Santo Sudário</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 02:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A história do Santo Sudário Quando Jesus disse: “consummatum est” e expirou, José de Arimatéia teve a “audácia de ir a Pilatos” (Mc 15, 43) pedir o corpo de Jesus para proceder ao sepultamento conforme o costume. Os Evangelhos nos contam que, uma vez concedida a licença, Jesus foi envolto num lençol e depositado num [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>A história do Santo Sudário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando Jesus disse: “consummatum est” e expirou, José de Arimatéia teve a “audácia de ir a Pilatos” (Mc 15, 43) pedir o corpo de Jesus para proceder ao sepultamento conforme o costume.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Evangelhos nos contam que, uma vez concedida a licença, Jesus foi envolto num lençol e depositado num sepulcro novo. São Mateus fala de um pano limpo de linho e São Lucas de um lençol de linho.</p>
<p style="text-align: justify;">O que conhecemos hoje como Sudário é um lençol de linho, de tecido firme e forte, de cor sépia, e de grandes dimensões ( 4,36m de comprimento por 1,10m de largura) , que traz milagrosamente estampado, de frente e de costas em tamanho natural, a figura de um homem de barba com idade calculada entre 30 e 35 anos, de aproximadamente 1,80m de altura e pesando mais ou menos 80 quilos, que foi torturado, flagelado e crucificado. Conserva-se há mais de quatro séculos na cidade italiana de Turim.</p>
<p style="text-align: justify;">Um lenço com o qual se enxugava o suor do rosto designava-se: sudário. Depois, com o tempo essa terminologia passou a ser usada para designar o lençol ou mortalha utilizada para envolver cadáveres nos sepultamentos. Com o mesmo significado, temos em grego a palavra “sidon” , daí vem sindonologia que quer dizer: estudo do sudário.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde o momento em que José de Arimatéia saiu do Pretório, às pressas, para adquirir o lençol no mercado de Jerusalém, iniciou-se uma história que atravessaria os séculos. Em nossos dias ela desperta interesse tão ou mais significativos que nos primeiros séculos, sobretudo por causa das incógnitas que apresenta e que nem a ciência moderna consegue desvendar inteiramente.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi um longo período, marcado por aparecimentos e desaparecimentos que vai desde o ano 30 de nossa era até 1356, quando é entregue por Godofredo de Charny I aos cônegos de Lirey, na França. A partir daí, a história do Santo Sudário é bem conhecida e esta devidamente documentada.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1356, Godofredo de Charny I – cavaleiro cruzado – entrega aos cônegos de Lirey o Sudário, que estava em seu poder há pelo menos três anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Difícil saber, entretanto, como o Sudário foi parar na França porque Godofredo jamais revelou como entrou na posse dele. Acreditam alguns historiadores que tenha sido na época em que Constantinopla caiu nas mãos dos bizantinos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1390, duas bulas tratando do Sudário foram editadas pelo antipapa de Avignon, Clemente VII.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se ouviu falar do Sudário até 1418, quando Humberto, Conde de La Roche, que se casara com Margarida de Charny, recebeu o Santo Sudário dos cônegos de Lirey, para guardá-lo por um certo período em que ocorriam guerras e desordens. O Conde de La Roche, entretanto, veio a falecer sem ter restituído a relíquia aos cônegos de Lirey.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 8 de maio de 1443, Margarida de Charny, neta de Godofredo de Charny, foi intimada em juízo a devolver o Sudário aos cônegos de Lirey, quando alegou “ser ele de sua propriedade por direito de conquista feita em guerra por seu avô”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1453, no dia 22 de março, Margarida entrega o Sudário à mulher do duque Ludovico de Sabóia, Ana de Lusignano.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1457, no dia 30 de maio, Margarida foi apenada com excomunhão pelo tribunal eclesiástico de Besançon.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 7 de outubro de 1459, Margarida de Charny faleceu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1464, no dia 6 de fevereiro, o duque Ludovico de Sabóia, (que estava na posse do lençol), nega-se a atender um pedido de restituição da relíquia, feito pelos cônegos de Lirey, que se consideravam os legítimos proprietários do lençol.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1502, o Sudário foi levado à Sacra Capela do castelo, em Chambéry, especialmente construída para ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1506, o Papa Júlio II aprova a Liturgia do Santo Sudário, com festa anual no dia 4 de maio. Desde 1453 até 1506 o Sudário esteve na posse da família Sabóia, em Chambéry, como objeto privado.</p>
<p style="text-align: justify;">Um violento incêndio, ocorrido na noite de 3 para 4 de dezembro de 1532 na sacristia da Sacra Capela, atingiu seriamente o Sudário lá guardado dentro de uma urna de prata. O cônego Lambert, ajudado por dois franciscanos e um ferreiro, conseguiu salvá-lo lançando grande quantidade de água sobre a urna, já incandescente e começando a fundir-se. Felizmente os danos, embora irreversíveis, não prejudicaram totalmente as imagens impressas. Como o lençol estava dobrado dentro da urna, as bordas das dobras, que estavam em contato com uma lateral incandescente, ficaram chamuscadas. Algumas gotas da prata fundida também o perfuraram e a água, utilizada para debelar o incêndio, produziu manchas em forma de losango, tanto na imagem frontal, como na dorsal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1534, no período de 15 de abril a 2 de maio, as irmãs Peronette Rosset, Marie de Barre e Collete Rochete, aplicaram remendos triangulares nos furos, costurando-os pelo avesso do lençol, porque ali não há nenhuma imagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1535, por motivo de guerra, o Sudário foi levado para outras cidades da Itália e da França. Saiu de Chambéry, passou por Turim, Vercelli, Milão, Nice, novamente Vercelli.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1561, a relíquia retornou a Chambéry. O traslado para Turim deu-se por um ato de piedade do então Cardeal Carlos Borromeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1578, no dia 8 de outubro, o Sudário foi trasladado para a Catedral de Turim. Nesse ano, o Cardeal de Milão, hoje São Carlos Borromeu, fez um voto de ir a pé, de Milão a Chambéry, em peregrinação para adorar o Sudário, caso a epidemia de peste desaparecesse de sua cidade. Alcançada a graça, o Cardeal iniciou a caminhada. Para poupá-lo da penosa viagem através dos Alpes, o duque Emanuel Filiberto de Sabóia mandou levar o Sudário até Turim, metade do caminho entre Milão e Chambéry. Desde então, permanece o Santo Sudário em Turim até nossos dias.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Gaudim Press</p>
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		<title>O poder da validação</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2011 02:31:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O poder da validação Insegurança psicológica é o problema humano número 1.   Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran tremia nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><span style="font-size: medium;"><strong>O poder da validação</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><em>Insegurança psicológica é o problema humano número 1.</em></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes simplesmente disfarçam melhor.</p>
<p style="text-align: justify;">Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho. Afinal, ninguém é de ferro.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulo Autran tremia nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes.</p>
<p style="text-align: justify;">Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os comentários que chegam.</p>
<p style="text-align: justify;">Insegurança psicológica é o problema humano número 1.</p>
<p style="text-align: justify;">O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como reduzir esta insegurança?</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.</p>
<p style="text-align: justify;">Segurança depende de um processo que chamo de &#8220;validação&#8221;, embora para os estatísticos o significado seja outro.</p>
<p style="text-align: justify;">Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode autovalidar-se, por definição.</p>
<p style="text-align: justify;">Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: &#8220;Você tem significado para mim&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Validaré o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: &#8220;Gosto de você pelo que você é&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem cunhou a frase &#8220;Por trás de um grande homem existe uma grande mulher&#8221; (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validaçãoque só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.</p>
<p style="text-align: justify;">Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos tão preocupados em mostrar que somos o &#8220;máximo&#8221;, que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o &#8220;máximo&#8221; são eles.</p>
<p style="text-align: justify;">Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.</p>
<p style="text-align: justify;">Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um &#8220;valeu, cara, valeu&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja.</p>
<p style="text-align: justify;">Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22</p>
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		<title>O Terço, oração repetitiva?</title>
		<link>http://santuariodocarmo.org.br/noticias/o-terco-oracao-repetitiva/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 03:21:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Terço, oração repetitiva? Certamente. Mas, o que no mundo que não se repete? Os astros percorrem sempre a mesma órbita. A terra gira sempre em torno do mesmo eixo. Os dias e as noites se sucedem sempre da mesma forma. As estações, os anos, os meses, os dias… obedecem sempre ao mesmo ciclo. As [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O Terço, oração repetitiva?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Certamente. Mas, o que no mundo que não se repete? Os astros percorrem sempre a mesma órbita. A terra gira sempre em torno do mesmo eixo. Os dias e as noites se sucedem sempre da mesma forma. As estações, os anos, os meses, os dias… obedecem sempre ao mesmo ciclo. As aves cantam sempre o mesmo canto. As árvores produzem sempre as mesmas flores e os mesmos frutos. Os animais e os seres humanos se multiplicam sempre da mesma forma. O coração bate no peito sempre do mesmo jeito. O sangue percorre sempre as mesmas veias… E quando queremos bem a alguém, nunca nos cansamos de dizer sempre a mesma palavra: eu te amo! Os anjos e os santos no paraíso cantam pela eternidade afora: Aleluia! Aleluia! Santo, santo, santo!…</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Se assim é, por que em nossa oração, não deveríamos ouvir sempre a mesma Palavra de Deus, renovar sempre o mesmo Sacrifício e a mesma Ceia, repetir sempre o mesmo gesto de amor, balbuciar sempre a mesma invocação? Foi Deus quem nos fez assim, foi Jesus quem mandou que fosse assim, por que admirar-se de que sejamos assim? Tudo depende da qualidade do amor que nós colocamos naquilo que, ao longo da vida, podemos e devemos repetir milhares de vezes. O amor nunca se cansa, como o olho não se cansa de ver, o ouvido não se cansa de ouvir, o paladar não se cansa de saborear… Pelo contrário, na vida humana, a sucessão dos mesmos atos leva à aprendizagem, ao aprofundamento, à concentração.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Terço de Nossa Senhora é a expressão concreta dessa realidade. Enquanto com a boca repetimos o Pai Nosso e a Ave Maria, a mente percorre, com Jesus, os mistérios de sua vida, paixão, morte, ressurreição e glorificação; e com Maria, os acontecimentos dos quais Ela participou, unida a seu Filho e à sua Igreja. Tudo adquire seu sentido na medida em que procuramos concentrar a atenção em Jesus, aprofundar o sentido de sua vida, manifestar o nosso amor a Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e a Nossa Senhora. Esta forma de fazer oração é tão antiga quanto a humanidade. Ela existe em todas as religiões, em todos os cultos, porque corresponde ao nosso modo humano de relacionamento com os outros e com Deus. No cristianismo, o costume de repetir a mesma invocação data desde os seus inícios.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O próprio Jesus nos ensinou a insistir em nossa oração até sermos atendidos. O Evangelho nos refere diversas palavras de Jesus, episódios em sua vida e parábolas que incutem essa maneira de fazer oração. Com o tempo, surgiram meios concretos de organizar esse tipo de oração, como são hoje os nossos terços e rosários feitos de todo tipo de material.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando Jesus nos adverte que não devemos repetir nossa oração como fazem os pagãos, Ele não condena a repetição da oração – do quê Ele nos deixou exemplos e mandamentos – mas condena o modo de fazer próprio dos pagãos, ou seja, a repetição pela repetição, sem o conteúdo do amor do coração, a repetição mágica, as palavras estéreis que não atingem o coração do verdadeiro Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Que durante a recitação do Terço aconteçam distrações, é normal. Isso ocorre em qualquer oração, não somente no Terço: faz parte da nossa fraqueza. Deus não repara nisso, desde que não haja má vontade; Ele sabe de quê somos feitos… Pois bem, reze o Terço; podendo, reze o Rosário inteiro. Ponha nele todo o seu amor a Jesus e Maria, procure concentrar-se na meditação dos mistérios da nossa Salvação. É este um caminho de santificação recomendado pela Igreja, em particular pelos Papas e pelos Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em 16 de outubro de 2002, o Beato João Paulo II dirigiu a toda a Igreja uma carta recomendado a oração do Terço ou do Rosário. A carta começa assim: “O Rosário da Virgem Maria… na sua simplicidade e profundidade, permanece… uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade… Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o fiel alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O mês de outubro é dedicado ao Rosário de Nossa Senhora. Não deixe de invocá-la por meio da oração diária do santo Terço. O Terço é uma espécie de “corrente” que liga a terra com o céu pelas mãos de Maria. Ela mesma, em Lurdes e Fátima, pediu que rezássemos o Terço. Atenda você também o pedido de nossa santa Mãe!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: CNBB</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desafio missionário de hoje</title>
		<link>http://santuariodocarmo.org.br/noticias/o-desafio-missionario-de-hoje/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 03:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O desafio missionário de hoje O mês de outubro, como mês temático, tem duas vertentes. De um lado as Missões, que marcam as reflexões em nossas comunidades. É também o mês do Rosário, de antiga tradição, convidando-nos a uma vida de oração contemplativa. Estes dois temas se completam, pois necessitamos de uma densa vida espiritual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O desafio missionário de hoje</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O mês de outubro, como mês temático, tem duas vertentes. De um lado as Missões, que marcam as reflexões em nossas comunidades. É também o mês do Rosário, de antiga tradição, convidando-nos a uma vida de oração contemplativa. Estes dois temas se completam, pois necessitamos de uma densa vida espiritual e de orações para vivermos testemunhando Jesus Ressuscitado e anunciando-O às pessoas do nosso tempo. Somos essencialmente missionários. Fixemo-nos hoje no tema das missões.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A caminhada da Santa Igreja perpassa por várias correntes referenciais para levar aos fiéis a plena compreensão do Reino de Deus. Dentre as correntes que se adota no percurso da caminhada evangelizadora está a dimensão missionária.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na caminhada histórica do Filho de Deus, a Igreja Católica apresenta o mês de outubro como o mês das Missões. Neste ano apresenta-se com o tema “Missão na Ecologia”, que as Pontifícias Obras Missionárias (POM) realizam como a Campanha Missionária 2011. A temática, como nos anos precedentes, está diretamente ligada ao tema da Campanha da Fraternidade, iniciativa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que este ano é “Fraternidade e a Vida no Planeta”. Sempre foi consenso que os vários temas durante o ano poderiam ser ligados ou inspirados no tema da Campanha da Fraternidade. Nesse sentido, a Semana Nacional da Vida, começando no início de outubro e culminando com o Dia do Nascituro, nos recorda que toda a nossa reflexão ecológica não teria sentido sem a preservação e o respeito à vida humana.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Somos chamados também a refletir sobre o tema do dia Mundial das Missões, que a cada ano o Papa nos sugere. Neste ano, o Papa Bento XVI colocou como tema: “Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio a vós” (Jo, 20,21). Notamos, de certa forma, como essa preocupação missionária está no coração e na mente do nosso Papa. Basta recordar o tema que ele escolheu para a Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A missão fundamental da Igreja é sempre de Anúncio da Palavra de Deus ecoada nos corações dos fiéis, testemunhada e vivida, que deve transparecer em toda a vida do povo de Deus. Todos nós nos tornamos seguidores e missionários a partir da Graça que de Deus recebemos através do santo Batismo, que nos impregna a ação do Espírito Santo. A partir do conhecimento da Graça de Deus, adotada no coração daqueles e daquelas que buscam a solidez da revelação divina em suas vidas, percebe-se a necessidade da missão. Também é missão da Igreja denunciar tudo que é contrário à Palavra de Deus, como por exemplo, as injustiças provocadas à luz de interesses particulares que desnorteiam a caminhada cristã. Dentro do contexto proposto para o mês das Missões no Brasil deste ano, a Igreja ressalta a ingente preocupação com a preservação do meio ambiente e conscientização ecológica.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Ser missionário é antes de tudo um grande compromisso que o cristão adota em prol da realização do Reino de Deus, onde as criaturas por Ele criadas devem proclamar e dar testemunho da própria fé, levando ao conhecimento de todas as pessoas a Palavra de vida que cura, liberta e salva. Ser missionário é, em primeiro lugar, o ato de assumir a fé por inteiro, numa dinâmica viva de acolhimento à própria vocação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nestes tempos de tantas dificuldades para a missão da Igreja, que sofre perseguições diversas pelo mundo, não é fácil “fazer discípulos”, não é simples estar presente na sociedade em que uma minoria preferiria que “se esquecesse de Deus”. Ao discernirmos os “sinais dos tempos”, sentimos como é necessário uma “nova evangelização” e a coragem de proclamar em quem nós cremos, e como são importantes para a sociedade os valores proclamados pelos missionários.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Quando se ouve falar de missão ou em ser missionário, muitas vezes pensamos que para atuar como missionários precisamos ingressar em uma Ordem Religiosa e professarmos os votos para sermos enviados a uma terra distante e trabalharmos na evangelização dos irmãos. Há de se falar que de fato existe este tipo de trabalho missionário na vida da Igreja, principalmente de nossos irmãos que dão a sua vida no anúncio e no testemunho do Evangelho em lugares que Ele ainda não foi anunciado. Mas, em primeiro momento, a missão está de modo nato presente em todos nós batizados e devemos agir como verdadeiros missionários no ambiente em que vivemos, a começar pela nossa própria família e comunidade onde exercemos o nosso apostolado. Ser missionário faz parte do nosso ser cristão.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Como já falado acima, o mês de outubro é dedicado pela Igreja como sendo o mês das Missões. Nesta oportunidade se fala muito sobre o trabalho missionário e a sua devida importância como forma de fortalecimento na fé e na caminhada. Não é um mês exclusivo de se fazer missões, mas é um momento de reforçar o trabalho e rezar e ajudar em prol do bom êxito do trabalho dos missionários que estão em missão em terras realmente distantes do país ou cidades de origens, e é, também, oportunidade de fazer com que a nossa missão diária possa surtir os efeitos necessários no coração de todos os fiéis, para que caminhem buscando sempre a proximidade com Deus, que é o Criador de tudo e de todos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O Catecismo da Igreja Católica nos exorta: “Tornados filhos de Deus pela regeneração batismal, os batizados são obrigados a professar diante dos homens a fé que pela Igreja receberam de Deus e a participar da atividade apostólica e missionária do povo de Deus” (cf. no. 1270).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A missão de todos nós consiste no fato de que temos que abraçar toda a proposta de Deus feita a nós desde o momento pelo qual, movido Ele por um amor incondicional, nos deu a vida. Podemos viver a nossa missionariedade em terras distantes ou em nosso próprio habitat, aqui no dia-a-dia de nossa Arquidiocese, aonde muitos ainda precisam conhecer Jesus ou redescobri-Lo, sendo que este último deve sempre ser o motivador maior do nosso ardor missionário – de sair de nossas casas e ir ao encontro do irmão para levar a Boa Nova da Salvação. Nestes últimos meses, e também neste outubro missionário, tantas iniciativas missionárias perpassam as atividades de regiões, foranias e vicariatos de nossa Arquidiocese. Isso tudo realizado pelas paróquias como também por grupos, comunidades e consagrados. Santa Terezinha do Menino Jesus nunca saiu do Carmelo, no entanto foi uma grande missionária, movida pelas suas contínuas orações, seu espírito missionário que trazia como inquietação em seu coração e profundo amor a Deus. Seja também você um missionário de Jesus Cristo, particularmente neste tempo da Jornada Mundial da Juventude do Rio de Janeiro (agora com site oficial no ar, o concurso para a logomarca lançado e já inaugurada a sede do comitê organizador) e enquanto estamos unidos aos jovens que anunciam Cristo Jesus pelo nosso país, levando consigo o ícone de Nossa Senhora e a Cruz do Redentor!</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">FONTE: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro-RJ</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A vontade de Deus na vida profissional</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 03:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>vilson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A vontade de Deus na vida profissional Façamos tudo para a glória de Deus A profissão de cada um é um meio para se fazer a vontade de Deus no dia a dia. Viver mal a profissão, trabalhar mal, sem competência e bom desempenho é uma forma de desobedecer à vontade de Deus. O trabalho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A vontade de Deus na vida profissional</strong></p>
<p style="text-align: center;">Façamos tudo para a glória de Deus</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A profissão de cada um é um meio para se fazer a vontade de Deus no dia a dia. Viver mal a profissão, trabalhar mal, sem competência e bom desempenho é uma forma de desobedecer à vontade de Deus. O trabalho foi colocado em nossa vida, por Deus, como “um meio de santificação”. Depois que o homem pecou no paraíso e perdeu o “estado de justiça” e “santidade” originais, Deus Pai fez do trabalho um meio de redenção para o homem.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Porque escutaste a voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te proibira de comer, maldito é o solo por causa de ti. Com sofrimentos dele te nutrirás todos os dias de tua vida. Ele produzirá para ti espinhos e cardos e comerás a erva dos campos. Com suor do teu rosto comerás teu pão até que retornes ao solo, pois dele foste tirado” (Gen 3,17-19).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Mais do que um castigo para o homem, o trabalho foi inserido na sua vida para a sua redenção. Por causa do pecado ele agora é acompanhado do “suor”, mas este sofrimento Deus o fez matéria-prima de salvação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Sem o trabalho do homem não há o pão e o vinho que, na Mesa Eucarística, se transformam no Corpo e no Sangue de Cristo. Sem o trabalho do homem não teríamos o pão de cada dia na mesa, a roupa, a casa, o transporte, o remédio, a cultura, entre outros. Tudo que chega a nós é fruto do trabalho de alguém; é por isso que o labor é santo e nos santifica quando realizado com fé, conforme a vontade de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São Josemaría Escrivá, fundador do Opus Dei, durante a celebração de uma Santa Missa, no campus da grande universidade de Navarra, na Espanha, fez uma histórica homilia, como título “Amar o Mundo Apaixonadamente”. Ele fundou a prelazia para difundir a santidade no trabalho profissional e nas atividades diárias. Na homilia, ele falava da necessidade de &#8220;materializar a vida espiritual&#8221;. O objetivo era combater a perigosa tentação do cristão de &#8220;levar uma espécie de vida dupla: a vida interior, a vida de relação com Deus, por um lado; e, por outro, diferente e separada, a vida familiar, profissional e social, cheia de pequenas realidades terrenas&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Santo Escrivá, um santo dos nossos dias, canonizado em 2002 por João Paulo II, olhava a vida com grande otimismo e considerava o trabalho e as relações humanas com alegria e dizia que: &#8220;O mundo não é ruim, porque saiu das mãos de Deus&#8221;. &#8220;Qualquer modo de evasão das honestas realidades diárias é para os homens e mulheres do mundo coisa oposta à vontade de Deus&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Na verdade, somente com essa ótica podemos entender plenamente o mundo com os olhos de Deus. Nem o marxismo cultural, materialista e ateu, nem o consumismo desenfreado de nossos dias, nem o hedonismo, que busca o prazer como fim, podem dar ao homem moderno a felicidade e a verdadeira paz.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Qualquer que seja o trabalho, sendo honesto, é belo aos olhos de Deus Pai, porque com ele estamos “cooperando com Deus na obra da criação”. Não importa se o trabalho consiste nos simples afazeres de uma doméstica ou nas complicadas tarefas de um cirurgião que salva uma vida, tudo é importante diante do Senhor. O que mais importa é a intensidade do amor com que cada trabalho é realizado. Ele se tornará eterno na vida futura.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">São Josemaría Escrivá falava da necessidade de o Cristianismo ser encarnado na vida cotidiana.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">“Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Col 3,13).</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Tudo o que fazemos deve ser feito “para o Senhor”. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como o “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça como se o próprio Jesus fosse vesti-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você cozinha, faça a comida como se o Senhor fosse comê-la. Se você é um pintor de paredes, pinte a casa como se ela fosse a morada do Senhor. Se você varre a rua, limpe-a como se o Senhor fosse passar por ela&#8230; Se você é um aluno, estude a lição como se o professor fosse o Senhor Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É isso que São Paulo quer nos ensinar quando diz que “tudo deve ser feito de bom coração, como para o Senhor, e não para os homens”. É claro que com essa “nova ótica”, você vai trabalhar da melhor maneira possível, com todo o talento, cuidado, dedicação, competência, honestidade, pontualidade&#8230; perfeição, porque o fará para Deus. Isso santifica. Isso muda a nossa vida; e é a vontade de Deus. Isso o fará feliz. Quando trabalhamos assim, toda a vida se torna “sagrada”, pois é vivida plenamente para Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">É importante também notar o que São Paulo diz a seguir: “Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor”. Que “herança” é essa? É a vida eterna, o céu, o prêmio, por você ter sido “fiel no pouco”. Isso mostra que cada minuto do nosso labor aqui na terra, vivido por amor a Deus, com “reta intenção” de agradá-Lo, se transforma em semente de eternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fonte: Felipe Aquino</p>
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